Lutando pelos meus, seus, nossos direitos!

(foto do filme: Tempos Modernos)

Depois do meu post sobre a Cultura, vejo muita gente reclamando por estarmos lutando pelos nossos direito, e uma colega minha escreveu um texto que diz tudo:

“Navegando pela Internet, conversando com amigos ou andando pela rua, vez por outra leio/escuto pessoas repudiando quem luta pelos seus direitos. É comum ver as pessoas criticando os movimentos sociais, os sindicalistas e, dentro da nossa realidade atual, vemos ainda muitos “colaboradores” criticando os insurgentes e repetindo como papagaios bem treinados os dizeres da maioria dos gestores: “Não está satisfeito? Pede pra sair… tem um monte de gente querendo entrar”. Por essas pessoas, eu só lamento. Lamento pela limitação deles no tempo, no espaço e dentro da sociedade.
De tão limitados no tempo, e de tão raso o conhecimento de história, essas pessoas não sabem que os direitos trabalhistas que os beneficiam foram conquistados com suor e sangue de outros trabalhadores. Usufruem de férias, 13º, DSR, licença maternidade/paternidade, seguros diversos etc., mas agem como se o mundo já tenha sido criado assim, ou que é tudo fruto da bondade dos empregadores que eles tanto defendem. Não dizem sequer um “muito obrigado” às centenas de pessoas que morreram lutando por esses direitos ao longo dos séculos.
Esses cordeirinhos são tão limitados no espaço, pobrezinhos, que não sabem que em outros países estas leis são muito mais antigas e mais fortes que no Brasil. Adoram ir pra Paris tirar fotos na frente da torre Eiffel, mas não conseguem associar a Revolução Francesa às relações de trabalho atuais. Adoram escutar os Beatles e Rolling Stones, mas não sabe que os primeiros sindicatos foram criados (e legalizados) na Inglaterra e que, se não fossem eles, nós ainda estaríamos trabalhando 20 horas por dia como na época da Revolução Industrial. Coitados, trabalham 44 horas semanais tão alegremente que não perceberam que o Brasil é um dos países que permitem as maiores jornadas de trabalho, enquanto em outros como a Espanha, a Austrália e a Noruega, em 2003 (sim! 10 anos atrás!) a jornada de trabalho já era de cerca de 35 horas semanais.
Essas pessoas são tão limitadas socialmente que não percebem a importância do apoio à luta de outros grupos que não estejam dentro de um raio de 2 metros do próprio umbigo. Eles deveriam saber que não precisa ser criança pra lutar os direitos das crianças e adolescentes, não precisa ser uma árvore pra defender a preservação das matas e não precisa estar morto pra defender o direito à memória.
São tão limitados de imaginação que não são capazes de criar uma realidade diferente dessa em que vivem. E de tão fracos, mesmo que imaginassem, não conseguiriam lutar por ela!
Por essas pessoas, eu só lamento.”
 (Karen Matias)

Não preciso dizer mais nada né?

;*

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Livraria Cultura e o Jeito Censura de Ser!

(Foto: Tania Meinerz)

Bom, hoje vou usar o meu blog pessoal pra falar sobre algo que aconteceu na minha vida recentemente, o meu desligamento da Livraria Cultura.

Há algum tempo (exatamente um ano e quatro meses) fui chamada para abrir a loja daqui de Curitiba como Operadora de Caixa, fiquei muito contente por se tratar da LC, uma empresa que tinha uma boa reputação e era conhecida pelo bom atendimento, o chamado ‘Jeito Cultura de Ser’.  Eu e meus colegas ficamos duas ou três semanas tendo treinamentos antes da inauguração, pois para eles não bastava atender o cliente, você tinha de encanta-lo, isso valia tanto para clientes externos como internos também. Eu me lembro da frase “na Cultura não é só o cliente que tem razão, vocês serão tão bem tratados quanto eles”, isso não durou muito né? Ajudei a carregar caixas, colocar livros nas estantes, enfrentar poeiras (e eu sofro de renite!) não nos deram nem água durante esse processo, mas ok, abrimos a loja.  A inauguração foi linda, era maravilhoso ver a satisfação dos clientes, todos estavam felizes e empolgados.

Após alguns meses de loja aberta começou o que iria se repetir até os dias de hoje: a rotatividade de funcionários devido aos baixos salários. Eu, que gostava e ainda tinha esperanças de que as coisas melhorassem, continuei mesmo com as péssimas condições de trabalho. O quadro de funcionários do caixa era de doze operadores, mas muitas vezes abríamos a loja com apenas dois ou três. O salário não passava de R$650,00. Com um ano de empresa, e após quatro meses de pedidos recorrentes (e, literalmente, ignorados) ao gerente, finalmente me passaram para o setor de vendas.

Comecei 2013 como vendedora e logo entendi as reclamações dos meus colegas sobre a comissão e o faturamento.  Na minha carteira de trabalho esta  ‘comissionada com 0,075% sobre o faturamento’, mas olha que engraçado, nunca ninguém teve acesso ao faturamento da loja e por incrível que pareça a de Curitiba nunca batia a “meta” (que era divulgada em produtos e não em valor real, logo, também não tínhamos controle sobre tal meta). Por essa razão, era impossível calcular o valor correto da comissão que era sempre muito baixa, resultando sempre no salário base de R$1.000,00 que com os descontos chegava a R$850,00.

Em abril, minha ex-colega Elisa Mousa mandou um correio interno (link aqui) endereçado ao diretor e todos os colaboradores da rede, compartilhando as reclamações frequentes dela e de todos os colegas de Curitiba, poucas horas depois, foi desligada da empresa sem maiores explicações. Não só ela, funcionários com até onze anos de empresa (de outras lojas da rede) que responderam o correio também foram demitidos. Com a saída da Elisa e os demais colaboradores o clima de censura pairou sobra a loja.  Foi criada a página Jeito Censura de Ser, um espaço onde os colaboradores poderiam compartilhar suas opiniões, mas foi a partir daí que começou realmente a censura. Quem comentava, compartilhava ou curtia qualquer coisa da página, era mandado embora, e foi assim que fui desligada da empresa, sem qualquer satisfação. Dez dias depois da minha saída, os que sobraram foram chamados para uma reunião no teatro e lá foram informados que também estavam sendo desligados da empresa.  Nesses dez dias vieram de outras cidades funcionários que concordavam com a politica da loja para dar um “auxilio” aos que tinham sobrado, mas o que aconteceu na verdade foi que eles desautorizavam os vendedores de Curitiba, inclusive na frente de clientes, e delatavam os mesmos para os gestores. Nem mesmo uma gestante foi poupada.

No dia 11 de Maio voltei na loja para comprar alguns itens reservados, e após cerca de meia hora, encontrei uma ex-colega que ao me abraçar perguntou se eu tinha notado que estava sendo seguida por um PP (nome dado aos seguranças da LC), olhei pra trás e lá estava ele. Me senti extremamente constrangida. Descobri ser um relato frequente de ex-colaboradores.  Encontrei a única caixa que havia sobrado e ela me relatou que todos que ali trabalhavam receberam uma ordem “de cima” proibindo a conversa conosco, os que foram mandados embora. Além disso, soube que fomos alvos de piadas por parte dos gestores e intercambistas (os vendedores vindos de outras lojas da rede).

Legal é que eles perderam tanta gente boa (a Cultura era conhecida por ter vendedores que conheciam o que vendiam, falavam outras línguas, possibilitando ‘encantar’ até mesmo clientes estrangeiros, etc) por se recusarem a pagar um pouco melhor, mas não pensaram duas vezes em gastar com rescisões, intercambistas em hotel, indenizações pra gestante. E com a repercussão que o assunto esta dando na internet foi possível ver que não é só em Curitiba que isso acontece.

Se vocês puderem divulgar pra que todos saibam que, apesar de linda, a Livraria Cultura que não valoriza nem mesmo aquelas pessoas que a fazem funcionar, que “encantam” os clientes e vendem cultura, de “cultura” só tem o nome.

ps: link da noticia divulgada pelo jornal da UFPR. Jornal Comunicação

(9685/JPVAIN/VENDAS – IDIOMAS/ 1425)

um agradecimento a Brunna Klauberg que me ajudou com o post.

‘Kiss me hard before you go…’

Estava ouvindo Lana Del Rey hoje e depois de ouvir “Summertime Sadness” deu vontade de fazer um post com clipes que tem alguma temática gls, principalmente os clipes/musicas que eu gosto.

E nada melhor do que começar uma seleção com a música que me inspirou ♥

clipe lindo com a Lana linda *-*

Acho que é umas melhores músicas defendendo a ‘causa’.

Outra que defende, mas pule pros 2:30min. do clipe, haha.

E os que tem cenas 😉

Clássico *-*


Rihanna mais sapatão impossível

 Clipe lindo *-*

Espero que gostem e preciso agradecer a Brunna por te me ajudado no post.

Obrigada ♥

beijos :*

“serás o meu amor, serás a minha paz”

A pessoa reclamou que não tinha nenhuma foto dela no meu Flickr, então além de fazer um álbum pra ela (e ainda editar as fotos) resolvi também fazer um post aqui no blog, porque apesar de tudo ela é muito importante na minha vida né?!

Bom, eu e a Brunna (a ruiva/loira linda das fotos) nos conhecemos no Shopping Curitiba, quando eu trabalhava no Sushiaki (restaurante japonês), sempre via ela de uniforme do Bom Jesus passeando pela praça da alimentação e eu olhava muito pra ela, muito tempo depois ela me fuçou no Orkut (pois é, a época do Orkut) e eu vi que era a loira do Bom Jesus (apelido que dei pra ela) e fui puxar assunto, percebemos que tínhamos amigos em comum. No dia 10 de outubro de 2009, num sábado, a chamei pra ir ao Shopping Palladium (a Bruu vai dizer que foi ela, mas ela só me deu uma indireta, haha). Foi tudo perfeito, apesar dela ter chego uma hora atrasada e falado sobre todos os ex’s que já teve. Nesse dia roubei um beijo dela no estacionamento do Shopping Total. No dia seguinte fomos ao Matsuri (festival japonês) e ficamos novamente.  Quinze dias depois a pedi em namoro (25 de outubro de 2009) e ela disse sim *-*.

Ela sempre foi tudo que eu precisava, sempre esteve ao meu lado, foram três anos e meio de muito amor, houve muitas brigas, desentendimentos, traições, mas apesar disso tudo, houve muita compreensão, companheirismo, amor, carinho, paixão e todas essas coisas fofinhas de casais apaixonados.

Hoje eu não a vejo apenas como uma simples ‘ex’. Durante muito tempo ela foi a minha melhor e única amiga, foi minha companheira, minha protetora, meu anjo da guarda,  minha alma gêmea, a minha vida.

Bom, hoje em dia não estamos muito bem, mas saiba que você sempre será minha e eu sempre serei sua, não importa o que aconteça, não importa se estamos juntos ou não. Eu te amo muito tá?

ps: a bruu é minha modelo particular hahaha ♥

Link pro álbum do flickr aqui

Melhores amigos do homem.

Cacau, Pitchucha e Pitchu

Começando um blog e nada melhor do que o primeiro post ser dos meus amores, dos meus melhores amigos. Postarei algumas fotos que tirei deles, os meus modelos oficiais, haha. Espero que gostem.

Pitchucha e Pitchu

Pitchucha

Pitchu

Pitchucha

Pitchu

Tico

ps: sei que o layout é meio manjadinho, mas estou começando agora e quem sabe mais pra frente eu possa fazer algo melhor.

beijinhos :*